segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Médica sofre sequestro relâmpago em São Paulo por causa da mentalidade esquerdista (progressista-petista-socialista-comunista e social-democrata). A mentalidade esquerdista fortalece o crime organizado, aumenta a criminalidade e a impunidade, simplesmente, porque a sua ideologia luciferiana é nunca assumir responsabilidade e sempre colocar culpa no outro e no sistema capitalista, etc...A mentalidade esquerdista é tão neurótica, psicossomática, idiota, imbecil e maligna, que transforma bandidos em heróis e vítimas.




Uma médica sofreu um sequestro relâmpago por uma quadrilha formada por três menores e um maior na noite deste domingo (29), na avenida José Maria Witaker, zona sul de São Paulo. Durante o sequestro, os suspeitos fizeram compras usando os cartões da vítima em um shopping e um hipermercado da zona sul, no valor de aproximadamente R$ 24 mil

Médica sofre sequestro relâmpago em São Paulo

Quadrilha fez compras no valor de R$ 24 mil com cartões da vítima
Sequestradores compraram roupas de marca, relógios e acessórios no valor de 24 mil reais com cartões da vítima. / Edison Temoteo/Futura Press/Folhapress
 
Sequestradores compraram roupas de marca, relógios e acessórios no valor de 24 mil reais com cartões da vítima.Edison Temoteo/Futura Press/Folhapress
Uma médica sofreu um sequestro relâmpago por uma quadrilha formada por três menores e um maior na noite deste domingo, dia 29, na Avenida José Maria Witaker, zona sul de São Paulo.

Durante o sequestro, os suspeitos fizeram compras usando os cartões da vítima em um shopping e um hipermercado da zona sul, no valor de aproximadamente 24 mil reais.

Segundo a PM, uma viatura suspeitou do veículo e na abordagem conseguiram deter a quadrilha e libertar a médica. O caso foi registrado no 101° DP.

Fonte: http://noticias.band.uol.com.br/cidades/noticia/100000654200/medica-sofre-sequestro-relampago-em-sp.html

domingo, 29 de dezembro de 2013

O Filósofo e Prof. Dr. Paulo Ghiraldelli da UFRRJ é o melhor modelo de professor universitário petista, esquerdista, socialista, comunista e defensor das minorias e Ideologia de Gênero e Diversidade na Escola conforme filosofia educacional do MEC.

Âncora do SBT diz que vai processar filósofo por incitação à violência
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ANAHI MARTINHO
DE SÃO PAULO


Ouvir o texto
A âncora do "Jornal do SBT", Rachel Sheherazade, acusa o professor de filosofia Paulo Ghiraldelli Jr. de ter estimulado internautas a violentá-la.

Na última quinta-feira (26), no perfil de Ghiraldelli no Facebook foram escritas mensagens com votos para que a apresentadora seja estuprada.

Sheherazade ameaçou processá-lo. O professor apagou as postagens e alegou ter sido vítima de hackers.

"Sr. Ghiraldelli, liberdade de expressão termina onde começam calúnia, difamação, ameaça e incitação ao crime! Vai aprender isso num tribunal!", escreveu a apresentadora no seu perfil no Twitter.

"Quero pedir aos meus amigos do Facebook que me ajudem a denunciar esse cidadão que se diz filósofo, de nome Paulo Ghiraldelli. Se há algum representante do MP, sugiro uma ação penal por incitação a crime. por favor compartilhem esse conteúdo e o façam chegar as autoridades competentes", postou Sheherazade no Facebook.

A âncora é conhecida por seus editoriais controversos e de teor conservador à frente da bancada do SBT. Ela já criticou o Bolsa Família, defendeu o deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) e recentemente fez uma declaração sobre o esquecimento de Jesus no Natal.

Em entrevista à Folha, Ghiraldelli negou novamente ser o autor das postagens e disse que ficou surpreso com a reação da jornalista.

Reprodução/Facebook
Print screen da postagem de Paulo Ghiraldelli que originou a polêmica
Print screen da postagem de Paulo Ghiraldelli que originou a polêmica
 
"Eu não tenho absolutamente nada contra aquela moça. Conheço o trabalho dela, sei quem ela é, mas jamais escrevi nenhuma frase contra ela", declarou o professor, que leciona filosofia na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) há quatro anos.

Demonstrando irritação com a polêmica e a reação do público, ele afirmou não temer um processo na Justiça.

"Minha carreira de 40 anos e meus livros não valem nada? O que vale é um Twitter que nem posso comprovar se fui eu que escrevi ou não? Se eu for processado, vou lá no tribunal, respondo. Se for condenado, pago uma cesta básica e pronto. Não vai acontecer absolutamente nada. É o milésimo processo que eu vou tomar", disse.

Ghiraldelli, que diz ter mais de 30 livros publicados na área de filosofia e educação e se apresenta como um defensor convicto das "minorias", afirma que as postagens não condizem com seu pensamento. Ele também negou ser o autor de outras postagens antigas ironizando Sheherazade, encontradas em suas contas no Twitter e Facebook.

Nas publicações, Paulo se refere várias vezes à apresentadora como "Rachel Sherazedo". Uma das postagens traz inclusive uma foto da âncora, em forma de "meme", acompanhada da legenda: "braço de Feliciano na TV".

Roberto Nemanis/Divulgação/SBT
A apresentadora de telejornal Rachel Sheherazade
A apresentadora de telejornal Rachel Sheherazade
 
"Quando recebi o recado dela no Twitter, duvidei que era ela de verdade. Sou um simples professor de filosofia, um coitado, completamente desconhecido do mundo. E de repente uma jornalista da televisão querendo me caçar? A maneira com que ela me abordou não foi normal" defendeu-se, acrescentando que jamais faria piadas com conteúdo violento.

"Eu não gosto desse tipo de brincadeira [sobre estupro]. Não é do meu feitio. Embora não ache que se deve censurar humorista, caçar gente por aí", explicou.

Mesmo negando ser o autor de todas as postagens contra Sheherazade, Ghiraldelli lançou mão de outro argumento para se defender. Ele disse que não há lei que possa incriminá-lo por desejar o mal de alguém.

"Vamos supor que tivesse sido eu. Primeiro que não tem o nome dela. E ainda que ela vista a carapuça, nada me impede legalmente de desejar mal a uma pessoa. Jogar praga não é crime", defendeu-se.

Após a primeira ameaça de processo, o professor pediu desculpas à apresentadora, mesmo negando ter sido o autor dos posts. Sobre o pedido de desculpas, ele explicou que se sente responsável, assim como "quem é dono do carro e o carro bate".

"Já pedi desculpa, se ela aceitar ou não, problema dela. Fiquei contente porque apareci bastante, vou vender mais meus livrinhos", ironizou.

Procurada pela reportagem, a apresentadora Rachel Sheherazade não foi localizada.

UNIVERSIDADE

Essa não é a primeira vez que Paulo Ghiraldelli se envolve em polêmicas. Em novembro desse ano, ele foi alvo de protestos dos alunos da universidade onde dá aula. Cerca de 30 alunos se manifestaram durante uma palestra pedindo pela demissão do professor, acusando-o de preconceito e assédio moral em sala de aula.

"Professor abusa, discrimina, dá risada, e a Universidade fica calada!", diziam os alunos. Na ocasião, A UFRRJ declarou ao jornal "O Globo" que "não tem responsabilidade pelo posicionamento individual do referido professor".

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2013/12/1391117-ancora-do-sbt-diz-que-vai-processar-filosofo-por-incitacao-a-violencia.shtml

A ideologia mistureba "petista-progressista-socialista-comunista-social-democrata" atacam a UFSC outra vez! Agora querem fechar as empresas juniores que incentivam o empreendedorismo.

COMUNISTAS ATACAM A UFSC OUTRA VEZ! AGORA QUEREM FECHAR AS EMPRESAS JUNIORES QUE INCENTIVAM O EMPREENDEDORISMO.
Nas duas fotos acima jovens universitários da UFSC que participam de Empresas Juniores. Abaixo os estudantes que não estudam, já que tiveram os cérebros abduzidos pelo movimento comunista e  se dedicam a promover sistemática agitação para impedir que os alunos dedicados e que pretendem obter uma boa capacitação tendo tem vista a inserção no mercado, realizem os seus objetivos.
As Empresas Juniores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), voltadas ao fomento da atitude empreendedora dos estudantes ligando-os à realidade do mercado, correm o risco de serem fechadas. As EJs, como são denominadas essas empresas que contribuem de forma excepcional para a formação profissional dos jovens universitários, passou a ser o foco de ataque do movimento comunista que opera dentro da universidade e que deflagrou uma campanha para o fechamento definitivo dessas empresas.
 
Um aluno do curso de Administração da UFSC revelou a este blog a sua preocupação com o fechamento das EJs e o impacto negativo que isso trará à sua formação profissional. Esse estudante não é uma voz isolada. Há centenas de estudantes da UFSC inconformados com a destruição da UFSC, instituição outrora respeitável até que acabou sendo totalmente aparelhada por grupos comunistas, sobretudo depois que o PT chegou ao governo.
 
Embora o assunto esteja fervendo nas redes sociais, a grande mídia local e nacional não toca no assunto. E isso decorre, como tenho dito de forma recorrente aqui no blog, do fato de que como as instituições de ensino as redações dos veículos de comunicação também estão totalmente controladas pelos grupelhos esquerdistas. 
 
Acabei encontrando um matéria sobre isso no blog “Porco Capitalista”, que usa essa expressão como um ironia. Aliás, “porco capitalista” é uma das palavras de ordem da “esquerda caviar” que se beneficia de todos os os avanços tecnológicos gerados pelo capitalismo. Adoram as redes sociais e utilizam de forma intensiva todos os modernos produtos e serviços criados pelos jovens empreendedores, muitos deles saídos de empresas juniores das universidades pelo mundo a fora. No entanto, vitimas de lavagem cerebral sistemática levada a efeito nas universidades brasileiras muitos jovens se transformaram em robôs esquerdistas. É o que está acontecendo na UFSC.
 
Transcrevo o post do blog “Porco Capitalista”, que resume bem o que está acontecendo na UFSC, instituição que passou a ser notícia não pela sua qualidade no ensino ou pelo desenvolvimento científico e tecnológico, mas por ter se transformado num centro de difusão da ideologia comunista. Aliás, a última vez que a UFSC foi notícia nacional ocorreu quando convidou o terrorista italiano Cesare Battisti para proferir palestra aos estudantes. Leiam:
 
Um colaborador do nosso blog, ex-empresário Jr. e que participou do Movimento de Empresas Juniores, nos fez uma grave denúncia: Um grupo de alunos da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina, apoiados por grupos de extrema esquerda e inclusive por partidos políticos, querem simplesmente acabar com todas as atividades das Empresas Juniores ligadas à universidade.
Segundo o nosso colaborador, eles agem através de greves, manifestações, calando de forma nada democrática, impositória, caluniadora e ditatorial o único Movimento Estudantil que tenta, de fato, mudar o país.
 
Na fanpage do movimento no Facebook fica bastante explícito os propósitos do movimento e seu caráter puramente político e ideológico.
 
O movimento mente descaradamente ao declarar seus objetivos e intenções.
Na página do Facebook, o movimento diz que seu objetivo é apenas questionar o uso da universidade, que é um bem público e mantido com dinheiro público, para atividades que envolvem o setor privado.
 
Porém, na assembléia realizada no Centro de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade, a pauta colocada foi a rejeição total da criação de Empresas Juniores de forma geral e indiscriminada.
 
Mas esta é apenas uma amostra da dissimulação, mentira e desonestidade que norteia o grupo.
 
Nosso colaborador conta que participou do Movimento de Empresas Juniores durante 3 anos, exercendo cargos de alta gerência, inclusive na Confederação Brasileira de Empresas Juniores e conhece de perto a realidade das EJs.
 
O Movimento é apolítico, porém tem o foco no desenvolvimento de negócios e na atitude empreendedora no meio universitário, sem fins lucrativos e com um custo baixíssimo nos projetos.
 
Esse movimento é muito desenvolvido na Europa desde 1968 e chegou no Brasil em 1988.
 
Hoje o Brasil é o local onde se concentram o maior número de empresas juniores e maior número de empresários do mundo.
 
Isso tem causado o medo e inveja nos movimentos de esquerda dentro das faculdades, principalmente nas faculdades de humanas, justamente por pregar uma filosofia diferente daquela dos partidos e grupos de esquerda.
 
Há casos semelhantes à este, ocorridos também na UFF em Niterói - RJ.
O foco principal no caso das faculdades de humanas, reside principalmente sobre as empresas juniores dos cursos de psicologia, onde se encontram EJs muito importantes para o movimento.
 
As EJs, diferentemente dos grupos de esquerdas nas faculdades públicas, não usam financiamento público, apenas se utilizam dos espaços e salas da faculdade.
 
Elas mantém seus custos através dos seus próprios projetos para clientes de pequenas e médias empresas. Alinhando a isso, a formação prática de empreendedorismo, parte prática que deixa a desejar nas faculdades, principalmente públicas.
 
Existe um alto grau de empregabilidade nas grandes empresas que disputam a tapa estes profissionais.
 
A doutrinação ideológica e o aparelhamento das universidades pela esquerda é cada vez mais visível, descarado e ousado. Vamos permitir que isso continue? Até quando? Até que o mesmo se repita em todas as universidades do Brasil? Ou até que toda atividade empresarial no Brasil seja criminalizada?
 

sábado, 28 de dezembro de 2013

OS EFEITOS DO COMUNISMO NA SOCIEDADE - (Excelente matéria)

OS EFEITOS DO COMUNISMO NA SOCIEDADE


Uma reflexão sobre as práticas do regime comunista no mundo, sua relação com o ateísmo e as consequências para o cristianismo

Robson T. Fernandes


“Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui” João 18:36

Jesus Cristo deixa seu ensino, nessa passagem, esclarecendo que o Seu reino não é deste mundo. Isto nos traz a ideia central de que o pensamento que precisa ocupar a cabeça de um genuíno cristão é buscar transformar vidas e não a sociedade através da adoção de ideologias políticas. Nesse sentido, quando tratamos de comunismo estamos, também, tratando de Socialismo, Marxismo e Leninismo, que são faces e aplicações diversas da mesma raiz de pensamento. Ainda, é importante destacar, inicialmente, que tais ideologias são aplicações políticas do pensamento ateu.

            Mas, antes de mais nada é preciso conceitua-los.

O Socialismo, segundo o Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, é a “doutrina que prega a primazia dos interesses da sociedade sobre os dos indivíduos, e defende a substituição da livre-iniciativa pela ação coordenada da coletividade na produção de bens e na repartição da renda”.

O Comunismo, segundo o Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, é o “sistema social, político e econômico desenvolvido teoricamente por Karl Marx, e proposto pelos partidos comunistas como etapa posterior ao socialismo”.

O comunismo é um assunto que por natureza é antagônico aos ensinos de Cristo, muito embora alguns socialistas digam o contrário. Mas, por que antagônico? Martin Luther king[1] estabelece três razões pelas quais os dois pensamentos são inconciliáveis. Vejamos:
[...] o Comunismo se baseia numa visão materialista e humanista da história e da vida. Segundo a teoria comunista, não é a inteligência nem o espírito que decidem do universo, mas apenas a matéria; esta filosofia é declaradamente secularista e ateísta. Para ela, Deus é um simples mito criado pela imaginação; a religião, um produto do medo e da ignorância; e a Igreja, uma invenção dos governantes para controlarem as massas. O Comunismo, tal como o Humanismo, mantém, além disto, a grande ilusão de que o homem pode salvar-se sozinho, sem a ajuda de qualquer poder divino, e iniciar uma nova sociedade.

[...] o Comunismo assenta num relativismo ético e não aceita absolutos morais estabelecidos. O bem ou o mal são relativos aos métodos mais eficientes para o desenvolvimento da luta de classes. O Comunismo emprega a terrível filosofia de que os fins justificam os meios. Apregoa pateticamente a teoria duma sociedade sem classes, mas, infelizmente, os métodos que emprega para realizar esse nobre intento são quase sempre ignóbeis. A mentira, a violência, o assassinato e a tortura são considerados meios justificáveis para realizar esse objetivo milenário. Será isto uma acusação falsa? Escutai as palavras de Lenine, o verdadeiro estrategista da teoria comunista: “Devemos estar prontos à empregar o ardil, a fraude, a ilegalidade e a verdade encoberta ou incompleta”. A História moderna tem passado por muitas noites de agonia e por muitos dias de terror por causa desta opinião ter sido tomada a sério por muitos dos seus discípulos.

[...] o Comunismo atribui o máximo valor ao Estado; o homem é feito para o Estado, em vez do Estado para o homem. Poderão objetar que o Estado, na teoria comunista é uma “realidade intermediária” que “desaparece” quando emergir a sociedade sem classes. Em teoria, isto é verdade; mas também é verdade que, enquanto o Estado se mantém, é ele a finalidade. O homem é o meio para esse fim e não possui quaisquer direitos inalienáveis; os únicos que possui derivam ou são-lhe conferidos pelo Estado. A nascente das liberdades secou sob um tal regime. Restringe-se no homem a liberdade da imprensa e da associação, a liberdade de voto e a liberdade de ouvir ou de ler. Arte, religião, educação, música ou ciência, tudo depende do Estado, e o homem é apenas o servo dedicado do Estado onipotente.[2]
Por essas razões podemos afirmar a incompatibilidade entre o cristianismo e o comunismo.

Como cristãos precisamos entender que não existem sistemas políticos ou sociais que sejam perfeitos. Quaisquer métodos de governo que o ser humano - por natureza falho e caído – criar, possuirão falhas, porém, se alguém se denomina cristão terá que concordar com os ensinos bíblicos, que declaram de forma clara que o único meio de governo sem erros é a Teocracia, e esta será estabelecida segundo o texto de Isaías 65 ou em Apocalipse 19:15.

R. J. Rummel[3] define o marxismo da seguinte maneira:
De todas as religiões, seculares ou não, o marxismo é de longe a mais sangrenta — mais sangrenta do que a Inquisição Católica, as várias cruzadas católicas e a Guerra dos Trinta Anos entre católicos e protestantes. Na prática, o marxismo significa terrorismo sanguinário, expurgos mortais, campos letais de prisioneiros e trabalhos forçados assassinos, deportações fatais, fomes provocadas por homens, execuções extrajudiciais e julgamentos “teatrais”, descarado genocídio e assassinatos em massa.[4]
Em se tratando de comunismo, basta observar o resultado prático e social de países que o adotaram na tentativa de resolver seus problemas. Podemos afirmar com a mais absoluta certeza que o resultado foi catastrófico, e isso pode ser visto no esclarecedor Livro Negro do Comunismo.

Luís Dufaur, sobre o Livro Negro do Comunismo, faz a seguinte declaração:
O Livro Negro do Comunismo, há pouco editado no Brasil, pôs em foco a magnitude dos crimes gerados por esses erros. Desde que foi publicado na França, em 1997, ele suscita apaixonadas polêmicas. Numerosos simpatizantes do comunismo saíram da moita em defesa do partido. No Parlamento francês, o Primeiro-ministro socialista Lionel Jospin correu em socorro de seus aliados do Partido Comunista, denunciados por deputados da direita com base no referido Livro Negro. Apareceu até um volume criticando essa obra, ironicamente intitulado Livro Negro do Capitalismo, aliás tão pífio que a revista “Veja” o qualificou de “obra idiota e estapafúrdia”.

O Livro Negro do Comunismo foi escrito por esquerdistas. O coordenador da equipe é Stéphane Courtois, diretor da revista Communisme e diretor de investigações do prestigioso Centre National de la Recherche Scientifique de Paris. Ele vem do maoísmo e se define como anarquista. Os títulos e obras dos demais colaboradores ocupam algumas páginas. Por sua vez, a Rússia abriu-lhes arquivos até então zelosamente fechados.[5]
Ou seja, os dados apresentados nesse livro foram apresentados por um comunista e têm como fonte os documentos oficiais de países reconhecidamente comunistas, como Rússia.

Alguns desses dados oficiais e reconhecidamente atestados apresentam os seguintes números de mortes causadas por perseguições geradas pelo comunismo:

·         20 milhões de mortos na antiga URSS;
·         65 milhões de mortos na China;
·         1 milhão de mortos no Vietnã;
·         2 milhões de mortos na Coréia do Norte;
·         2 milhões de mortos no Cambodja;
·         1 milhão de mortos no Leste-Europeu;
·         250 mil de mortos na América Latina;
·         1,7 milhão de mortos na África;
·         1,5 milhão de mortos no Afeganistão.

No total, podemos catalogar algo entre 100 e 110 milhões de mortos, vítimas de perseguição comunista. Podemos denomina-lo de um verdadeiro genocídio, pior até que aquele realizado pelo nazismo durante a segunda guerra mundial, que totalizou 25 milhões de mortos.

A perseguição, tortura e morte realizada pelo comunismo se aplica a toda e qualquer pessoa que se oponha a seus ditames.

É bem sabido que muitos realizaram perseguições, torturas e mortes em nome do cristianismo, também. Todavia, precisamos entender que essas práticas nunca, jamais, representaram o ensino de Jesus Cristo. Essas práticas realizadas em nome do cristianismo são feitas por pessoas e grupos que não representam a Bíblia em sua essência. O próprio Jesus recusou se apresentar como um anarquista, agitador político, libertador social e muito menos como um perseguidor, torturador ou assassino. Antes, ele foi assassinado, e antes disso, foi perseguido porque recusou-se engajar-se em movimentos políticos e apresentar-se como libertador social. Jesus apresentou-se como o libertador de almas, O salvador de vidas!

A denominada “Santa Inquisição”, por exemplo, não teve absolutamente nada de santa, foi fruto de uma perseguição católica travada contra qualquer um que discordasse de seus preceitos, inclusive crentes que desafiaram o poder do catolicismo ao insistirem em ler a Bíblia e se contrapor aos dogmas antibíblicos do catolicismo, aderindo a Reforma Protestante.

Para apresentar comprovações do que foi dito, podemos apresentar uma lista de locais e datas que nos revelam alguns números da Inquisição:
1209, em Beziers (França) - 60 mil foram martirizados; 1211, em Lauvau (França) - o governador foi enforcado, sua mulher apedrejada e 400 pessoas queimadas vivas; 1420-1498, o frade Torquemada comandou por 8 anos a morte de 10.200 protestantes e intelectuais queimados vivos; Na Espanha 31.912 cristãos não católicos foram mortos. 291.450 martirizados e dois milhões banidos; 1500-1558, Carlos V eliminou por ordem do papa 50 mil cristãos alemães; 1566-1572, o Papa Pio V exterminou 100.000 Anabatistas; 1572-1585, o Papa Gregório XIII organizou com os jesuítas o extermínio dos protestantes franceses e na noite de 24 de agosto de 1572 mataram 70 mil deles; 1590, o catolicismo eliminou cerca de 200 mil cristãos Huguenotes; 1578-1637, o Monarca alemão Fernando II exterminou cerca de 15 milhões de pessoas.[6]
No livro Congregacional de Relatórios (p.3262) encontramos o Juramento dos Jesuítas, que diz o seguinte:
Prometo ensinar a guerra lenta e secreta contra os protestantes e maçons... queimar vivo esses hereges, usar o veneno, o punhal ou a corda de estrangulamento...farei arrancar o estômago e o ventre de suas mulheres e esmagarei a cabeça de seus filhos contra a parede, a fim de aniquilar a raça!...Se eu for perjuro, as milícias do papa poderão cortar meus braços e minhas pernas, degolar-me, cortando minha garganta de orelha a orelha, abrir minha barriga e queimá-la com enxofre, etc.! – Assino meu nome com a ponta deste punhal molhado no meu próprio sangue.
A história registrou que só na Idade Média, anos 500 a 1700, os papas e a Igreja católica romana assassinaram cerca de 50 milhões de cristãos não católicos. Uma média de 40 mil por ano.[7]

No livro Os Piores Assassinos e Hereges da História, de Caim a Saddam Hussein[8] encontramos o seguinte relato acerca do catolicismo:
Em toda a sua calamitosa história, a Igreja Católica nada mais tem feito que perseguir o homem, sob o sofisma de agir em nome de Deus. Vejamos os morticínios que ela levou a efeito: As cruzadas à Terra Santa custaram à humanidade o sacrifício de dois milhões de vítimas; de Leão X a Clemente IX (papas) os sanguinários agentes do catolicismo, que dominavam a França, a Holanda, a Alemanha, a Flandes e a Inglaterra, realizaram a tenebrosa São Bartolomeu, de que já falamos, degolando, massacrando, queimando mais de dois milhões de infiéis, enquanto a Companhia de Jesus, obra do abominável Inácio de Loyola, cometia as maiores atrocidades, chegando mesmo a envenenar o Papa Clemente XIV. O seu agente S. Francisco Xavier, em missão no Japão, imolava cerca de quatrocentos mil nipônicos; as cruzadas levadas a efeito entre os indígenas da América, segundo Las Casas, bispo espanhol e testemunha ocular de perseguição e autos-de-fé, sacrificaram doze milhões de seres em holocausto ao seu Deus; a guerra religiosa que se seguiu ao suplício do Padre João Huss e Jerônimo de Praga, contou mais de cento e cinqüenta mil vidas imoladas à Igreja Romana; no século XIV, o grande Cisma do Ocidente cobriu a Europa de cadáveres, dado que nada menos de cinqüenta mil vidas foram o preço cobrado pela ira papal; as cruzadas levadas a efeito a partir de Gregório VII (papa), roubaram à Europa cerca de trezentos mil homens, assassinados com requintes de selvageria; nas terras do Báltico, os frades cavaleiros, além de uma devastação e pilhagem completa, ainda sacrificaram mais de cem mil vidas; a imperatriz Teodora, dando cumprimento a uma penitência imposta pelo seu confessor, fez massacrar cento e vinte mil maniqueus, no ano de 845; as disputas religiosas entre iconoclastas e iconólatras devastaram muitas províncias, resultando ainda no sacrifício de mais de sessenta mil cristãos degolados e queimados. A Santa Inquisição, na sua longa e tenebrosa jornada, levou aos mais horrorosos suplícios, inclusive às fogueiras, algumas centenas de milhares de pobres desgraçados; segundo o Barão d´Holbach, a Igreja Católica Romana, pelos seus papas, bispos e padres, é a responsável pelo sacrifício de cerca de dez milhões de vidas. Que mais é preciso dizer?
Diante dessas informações afirmamos categoricamente que isto nunca, jamais, representou a instrução da Bíblia Sagrada e muito menos os ensinos de Jesus Cristo! Entretanto, com o comunismo é totalmente diferente, porque os assassinatos e mortes causados pelo dito sistema realizou tais crimes por ordem e instrução de seus fundadores. Por exemplo, Lenine, estrategista da Teoria Comunista, declarou que “devemos estar prontos à empregar o ardil, a fraude, a ilegalidade e a verdade encoberta ou incompleta”, tudo para a implantação e manutenção de tal sistema.

De acordo com a agência católica Zenit (02 de setembro de 1999), o comunismo matou de fome cerca de 3,5 milhões de pessoas na Coréia do Norte.

O Jornal do Brasil, em (30 de outubro de 1999), noticiou que na China, 65 milhões de pessoas foram mortas e na Rússia 20 milhões. Que o Comunismo é responsável pela morte de aproximadamente 100 milhões de pessoas, e que a Comissão sobre Repressão do governo russo concluiu que os bolchevistas mataram pelo menos 43 milhões de pessoas entre 1917 e 1953.
Para o “práxis” marxista, “os fins justificam os meios”; pode-se lançar mão da violência, da corrupção, do roubo, da falsidade e da morte para se implantar o comunismo; tudo é válido. É por isso que o comunismo matou cerca de 100 milhões de pessoas no século XX, e foi o maior fracasso do mesmo século[9].

E o que o marxismo, o maior dos experimentos sociais humanos, realizou para seus cidadãos pobres, nesse muitíssimo sangrento custo em vidas? Nada de positivo. Deixou em seu rastro desastres econômicos, ambientais, sociais e culturais[10].
Além de tudo isso, algumas informações adicionais do site da Frente Universitária Lepanto são apresentadas, com base no Livro Negro do Comunismo:
Na Rússia – como em geral nos países que caem nas garras do comunismo -- tudo começou pela Reforma Agrária. Em 29 de abril de 1918, Lenine decretou “uma batalha cruel e sem perdão contra esses pequenos proprietários de terra”. Os bolchevistas passaram a desarmá-los e a lhes confiscar o grão. Quem resistia era torturado ou espancado até a morte. Roubavam-lhes até a roupa interior de inverno e os sapatos, ateavam fogo nas saias das mulheres para que dissessem onde estavam sementes, ouro, armas e objetos escondidos. As violações praticadas então pelos comunistas foram sem conta.
[...]

Tendo confiscado o alimento, o governo reduziu o povo pela fome. Só comia quem possuísse o cartão de racionamento distribuído pelo partido... Havia seis categorias de estômagos excomungados. Os burgueses, os contra-revolucionários, os proprietários rurais, os comerciantes, os ex-militares, os ex-policiais foram condenados ao desaparecimento.

[...]

A fome prostrou a população. Em 1922 não havia mais revoltas, apenas multidões apáticas implorando uma migalha e morrendo como moscas. Foi o início da primeira grande fome que ceifou 5 milhões de vidas.
[...] Surgiu o canibalismo. Os comunistas deitaram a mão nos bens da igreja cismática (dita ortodoxa), majoritária na Rússia. O confisco ocorreu com profanações e carnavais anti-religiosos. Após sucessivas ondas aniquiladoras, pouquíssimos templos permaneceram abertos. Os “Popes” (chefes da igreja cismática) transformados em agentes do Partido.[...]Stalin completou a estatização do campo decretando o extermínio imediato de 60 mil chacareiros e o exílio da grande maioria para campos de concentração da Sibéria... Em poucos dias, a meta de 60 mil assassinatos foi superada. Em menos de dois anos foram deportados 1.800.000 proprietários e familiares [...][...] crianças famintas lotavam as ruas. As que ainda não haviam inchado foram conduzidas a um galpão, onde agonizaram aproximadamente 8 mil crianças. As outras foram despejadas num local longínquo para morrerem sem serem vistas. Esta fase final da Reforma Agrária provocou 6 milhões de mortes.[...][...] A mortandade causada pelo Grande Expurgo atingiu mais de 6 milhões de pessoas[...] Durante a II Guerra Mundial, o comunismo russo dizimou as minorias étnicas. Mais de 80% dos 2 milhões de descendentes de alemães que moravam na URSS foram expurgados como espiões e colaboradores do inimigo. Várias outras etnias foram supressas.[...] A China de Mao-Tsé-Tung seguiu as pegadas da Rússia com aspectos surpreendentes. Assim que se apossava de uma região, o comunismo chinês empreendia a Reforma Agrária. Mas antes de eliminar os proprietários, desmoralizava-os o quanto podia. Eles eram por exemplo submetidos ao “comício da acidez”: os parentes e empregados deviam acusá-los das piores infâmias até que “entregassem os pontos”, sendo então executados pelos presentes. Um proprietário teve que puxar um arado sob as chibatadas de colonos, até perecer. Chegou-se a obrigar membros da família de um fazendeiro a comer pedaços da carne dele, na sua presença, ainda vivo! A Reforma Agrária chinesa extinguiu de 2 a 5 milhões de vidas, sem contar aqueles que nunca voltaram entre os 4 a 6 milhões enviados aos campos de concentração.[...] A fome mais mortífera da História da humanidade sacrificou então 43 milhões de vidas! Era proibido recolher as crianças órfãs ou abandonadas [...]O sistema amarelo de campos de concentração foi (e continua sendo) o maior do mundo. Até meados dos anos 80, mais de 50 milhões de infelizes passaram por ele. A média de ingresso nesse sistema é de 1 a 2 milhões de pessoas por ano, e a população carcerária atinge, em média, a cifra de 5 milhões. Os presos-escravos vivem psiquicamente infantilizados, num sistema de autocríticas e delação mútua. Esses cárceres, disfarçados em unidades industriais do Estado, desempenharam importante papel nas exportações chinesas. Pense nisso o leitor quando lhe oferecerem um produto chinês a preço ínfimo...Em 1966, Mao lançou a Revolução Cultural. Tratava-se de reduzir a pó os vestígios do passado, de eliminar tudo quanto falasse da alma espiritual ou evocasse a beleza. Os cenários e guarda-roupas da Ópera de Pequim foram queimados. Tentou-se demolir a Grande Muralha, e os tijolos arrancados serviram para construir chiqueiros! Era proibido possuir gatos, aves ou flores![...]Os mortos são calculados entre 400 mil a 1 milhão, e os encarceramentos em torno de 4 milhões: uma alucinante ninharia, se comparada aos massacres da Reforma Agrária e do “salto para a frente”! Apesar disso, a Revolução Cultural serve até hoje como fonte de inspiração para revoluções do gênero.[...]
Os chefes comunistas Cambojanos haviam estudado na França, onde militaram no Partido Comunista Francês, tendo então conhecido as novas doutrinas ecológicas... Sua meta: eliminar o senso da própria individualidade, todo sentimento de piedade ou amizade, qualquer idéia de superioridade. Assim, queriam forjar o “homem novo”, integrado na natureza, espontaneamente socialista, detentor de um saber meramente material, de um pensamento que não pensa[...][11]
Muitos comunistas ficam revoltados ao serem expostas as ações práticas de suas ideias, todavia, o que se apresentam são fatos, e quais argumentos podem utilizados contra fatos documentados? O que dizer diante de comprovações históricas de milhões de mortes que foram executadas por orientações das “mentes pensantes” elaboradoras de tão cruel “solução social”? Antes disso, e ao invés de se revoltarem contra as suas próprias ideologias nefastas e cruéis, deveriam lembrar a si mesmos da orientação de Lenine: “Devemos estar prontos à empregar o ardil, a fraude, a ilegalidade e a verdade encoberta ou incompleta”, pois esse pensamento e estratégia reflete bem a sua ideologia.

Mais ainda:
Após tal leitura, densa e documentada, um mundo de interrogações permanece na cabeça do leitor. O que foi feito na Rússia dos campos de concentração? Eles existem ainda? Ou foram extintos? Se existem, por que ninguém fala deles? Se foram extintos, que mistério explica o fato de os grandes órgãos de imprensa do Ocidente não enviarem jornalistas para  entrevistar as vítimas ou filmar os locais de tortura e morte?
Por que as ONGs humanitárias não procuraram na Sibéria ou alhures eventuais sobreviventes? E por que a coorte de defensores dos “direitos humanos” não se interessou  pelo destino final desses milhões de vítimas? E como explicar ainda seu silêncio sobre os atuais cárceres-fábricas chineses?[12]
R. J. Rummel nos traz o resumo deste artigo de maneira simples - mas não simplista, clara - mas não evasiva, e direta - mas não negligente:
De todas as religiões, seculares ou não, o marxismo é de longe a mais sangrenta — mais sangrenta do que a Inquisição Católica, as várias cruzadas católicas e a Guerra dos Trinta Anos entre católicos e protestantes. Na prática, o marxismo significa terrorismo sanguinário, expurgos mortais, campos letais de prisioneiros e trabalhos forçados assassinos, deportações fatais, fomes provocadas por homens, execuções extrajudiciais e julgamentos “teatrais”, descarado genocídio e assassinatos em massa
No total, os regimes marxistas assassinaram aproximadamente 110 milhões de pessoas de 1917 a 1987. Para se ter uma perspectiva desse incrível alto preço em vidas humanas, note que todas as guerras internas e estrangeiras durante o século 20 mataram 35 milhões de pessoas. Isso é, quando marxistas controlam países, o marxismo é mais mortal do que todas as guerras do século 20, inclusive a 1 e 2 Guerra Mundial e as Guerras da Coréia e do Vietnã[13]
O marxismo tem servido de base para a filosofia política ateísta, todavia, seria muito bom que todo comunista, bem como todo ateu, lembrasse de uma frase pouco conhecida de Karl Marx: “Perdi o céu, e o sei com certeza. Minha alma, outrora bela a Deus, está agora destinada ao inferno”, e juntamente com essa frase lembrasse, também, da Sagrada Escritura, que traz a verdade de um Deus que pode mudar não só uma vida, mas uma sociedade inteira:

“E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra”
2 Crônicas 7:14

Podemos concluir, de forma sucinta, afirmando que Jesus Cristo é a única solução para a vida do homem. A solução está em uma pessoa – Jesus Cristo – e não em um sistema, e muito menos em um sistema alicerçado no ateísmo e apresentado pelo nome de comunismo, marxismo, socialismo, leninismo ou como você deseje chamar.



Robson Tavares Fernandes é casado com Maria José Fernandes e pai de Isabela. É Pastor auxiliar na Igreja Cristã Nova Vida em Campina Grande, onde lidera a Secretaria de Ensino. Graduado em Teologia pelo STEC e pelo IBRMEC e Mestrando em Hermenêutica e Teologia do Novo Testamento pelo Betel Brasileiro. Tem se dedicado desde 1998 ao ensino e pesquisa na área de Hermenêutica, Apologética, História, Teologia e Fé e Ciência. É escritor e co-autor do livro “Apostasia, Nova Ordem Mundial e Governança Global” (em co-autoria com Augustus Nicodemus Lopes, Russell Shedd, Norman Geisler, Uziel Santana e Norma Braga). Professor de Teologia e Apologética e um dos fundadores da VINACC, tendo feito parte da primeira diretoria e posteriormente servido como pesquisador e consultor teológico.

  



[1] Martin Luther king foi um pastor protestante e ativista político nos EUA. Tornou-se um dos mais importantes líderes do movimento dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos, e no mundo. Nasceu em Atlanta - EUA, em 15 de janeiro de 1929, e foi assassinado em Memphis, no dia 4 de abril de 1968.
 
[2] COMO DEVE O CRISTÃO ENCARAR O COMUNISMO. Disponível em: . Acesso em: 10 mar 08.
 
[3] Rudolph Joseph Rummel é professor de ciência política na Universidade do Havaí e dedicou boa parte de sua vida acadêmica pesquisando e desenvolvendo informações sobre violência coletiva e guerra.
 
[4] Marxismo: A Máquina Assassina. Disponível em: . Acesso em: 08 mar 08.
 
[5] O Livro Negro do Comunismo revela o maior crime da História. Disponível em: . Acesso em: 10 mar 08
 
[6] INQUISIÇÃO CATÓLICA. Disponível em: . Acesso em 09 mar 2008.
 
[7] CARROLL, J. M. O Rastro de Sangue. São Paulo: Imp. Brasileira Brusco. p.26.
 
[8] MENDES, Jeovah. Os Piores Assassinos e Hereges da História, de Caim a Saddam Hussein. 1997. p. 249-250.
 
[9] COURTOIS, Stéphane. O Livro Negro do Comunismo – crimes, terror e repressão. São Paulo: Ed. Bertrand Brasil, 2001.
 
[10] Marxismo: A Máquina Assassina. Disponível em: . Acesso em: 10 mar 08.
 
[11] O Livro Negro do Comunismo revela o maior crime da História. Disponível em: . Acesso em: 10 mar 08
 
[12] Idem.
 
[13] Marxismo: A Máquina Assassina. Disponível em: . Acesso em: 10 mar 08.
 
 
 

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

O feminismo como um ataque à beleza feminina

O feminismo como um ataque à beleza feminina

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O Marxismo Cultural e a guerra contra a civilização

O Marxismo Cultural e a guerra contra a civilização




Nunca nos podemos esquecer que estamos envolvidos numa guerra até à morte com o objectivo de salvar a civilização [ocidental], e que o inimigo é o Marxismo cultural. Desde os anos 20 do século passado que este tem sido o inimigo mais perigoso. Ele é um inimigo que se encontra no nosso interior, um cancro que se multiplica lentamente dentro do corpo político [e social]. 

A estratégia do Marxismo Cultural é de longo prazo, e eles têm travado uma guerra contra a civilização [ocidental] durante grande parte do século 20 (e estão prontos para continuar a guerra por mais um século). Nós estamos a lidar com fanáticos que não aceitam nada mais que a nossa total e incondicional rendição perante sua agenda; essa agenda é destruir a nossa civilização.

Cada batalha que eles travam é apenas um prelúdio para a próxima batalha. Cada retirada que nós fazemos dá-lhes uma nova posição a partir da qual eles podem continuar com a sua ofensiva. Nunca acreditem que um marxista cultural está pronto para chegar a qualquer tipo de acordo; eles aceitam o VOSSO acordo, e continuam com os ataques como se nada tivesse sido feito.

Se vocês olharem para a história do "casamento" homossexual verão que eles começaram por pedir que o homossexualismo fosse descriminalizado; era só uma pequena concessão; que mal é que isso faria? Quando obtiveram o que desejavam, eles passaram a alegar que "tudo o que queriam" era a remoção dos impedimentos legais associados ao homossexualismo. Mais uma pequena concessão: que mal é que isso faria?

Depois disto, eles passaram a alegar que "tudo o que queriam" eram uniões civis. Depois passaram a pedir por "casamentos", ressalvando sempre que as igrejas nunca seriam forçadas a albergar cerimónias homossexuais. Por fim, tal como sempre foi o seu propósito, eles começarão a tentar forçar as igrejas a levar a cabo "casamentos" homossexuais.

Em relação ao aborto; na maioria dos países, eles (e principalmente elas) começaram por normalizar o aborto em "situações especiais" e só na fase inicial da gravidez. Mais tarde, eles alargaram as suas exigências  e criaram o "direito" ao aborto - tudo feito de forma gradual e passo a passo.

Enquanto isto vai acontecendo, não podemos perder noção da imagem global; cada batalha que ocorre faz parte duma campanha maior, e cada campanha nada mais é que uma frente de guerra. Cada praça-de-armas que eles estabelecem é uma rampa de lançamento para outra ofensiva. Os soldados-rasos do Marxismo Cultural muitas vezes não sabem destas coisas, agindo como idiotas úteis da elite esquerdista. Na verdade, eles não precisam de saber do conteúdo global da agenda.

É precisamente devido a estas coisas que é um erro ficar na defensiva; nós temos que fazer as coisas de modo a que eles fiquem na defensiva. Nós temos que começar a atacar os avanços que eles já fizeram e destruir as suas fortalezas. Isso pode parecer uma coisa sem qualquer chance de ocorrer, mas a tarefa dos Marxistas culturais não parecia ter muitas chances de sucesso há 80 anos atrás.

Mesmo nos anos 60 ninguém levava a sério o pensamento de se levar a civilização Ocidental à sua destruição.  Nos dias que correm, eles estão à beira da vitória final e cada recuo que nós fizermos daqui para a frente aproxima-os dessa vitoria final.  Nós já não temos muito terreno para ceder. A menos que recuperemos algum do terreno perdido, nós não conseguiremos vencer.

Eventos recentes ocorridos na Austrália demonstraram o quão vulnerável a Esquerda fica quando está na defensiva. Existe uma raiva imensa mas desfocada entre a população comum perante o lento estrangular da nossa sociedade. A raiva só tem que ser focada.

Fonte
 
Fonte via: http://omarxismocultural.blogspot.pt/2013/08/o-marxismo-cultural-e-guerra-contra.html
 
 

Por que a esquerda fala tanto em desigualdade social? por Rodrigo Constantino

Por que a esquerda fala tanto em desigualdade social?


Dez em cada dez esquerdistas falam mais de desigualdade do que de miséria em termos absolutos. Por que será? Não parece fazer mais sentido observar a qualidade de vida dos mais pobres e ver como ela está evoluindo? Se, digamos, 100 milhões de pessoas ontem não podiam comer direito e não tinham onde morar, e hoje comem três refeições e possuem uma pequena casa, isso não deveria ser motivo para regozijo daqueles que se importam com a miséria alheia?

Curiosamente, a esquerda só fala do hiato entre ricos e pobres, como se estes estivessem nessa situação por causa daqueles, como se economia fosse um jogo de soma zero. Paul Krugman, o ícone da esquerda americana, escreveu um artigo tentando justificar porque devemos dar tanta importância à desigualdade. Não convence ninguém mais atento.

Isso sem falar que as medidas expansionistas que ele prega são a principal causa do aumento deste gap. Afinal, a bolha imobiliária, que ele chegou a desejar em 2002 para curar o estouro da bolha de tecnologia, favoreceu mais que proporcionalmente os ricos, assim como as medidas de política monetária frouxa, que ele tanto aplaude, também beneficiam mais os ricos. É muita contradição.
Mas segue um artigo meu refutando essa obsessão esquerdista com a desigualdade social. Explico que, provavelmente, a inveja está por trás desse foco deturpado. Lá vai:

A desigualdade social

“Quando as palavras perdem seu significado, as pessoas perdem sua liberdade.” (Confúcio)
O conhecimento humano e a ação humana são fenômenos conceituais. Para a formação de conceitos, o uso da linguagem é fundamental. Ela é justamente a ferramenta que viabiliza a integração dos conceitos. Conforme escreveu Ayn Rand, “a linguagem é um código de símbolos visuais e auditivos que serve à função de converter conceitos no equivalente mental de concretos”. As palavras são essenciais para o processo de conceitualização e, portanto, para todo pensamento. Isso é verdade para alguém isolado numa ilha ou na sociedade. Logo, aqueles que desejam inviabilizar o pensamento independente costumam escolher como principal alvo justamente os conceitos das palavras.

Em 1984, George Orwell tratou do assunto através do conceito de duplipensar, definido pelo autor como “a capacidade de guardar simultaneamente na cabeça duas crenças contraditórias e aceitá-las ambas”. O mundo labiríntico do duplipensar consistia em usar a lógica contra a lógica, repudiar a moralidade em nome da moralidade, e aplicar o próprio processo ao processo. “Essa era a sutiliza derradeira: induzir conscientemente a inconsciência e então tornar-se inconsciente do ato de hipnose que se acabava de realizar”.

Ou seja, o objetivo era a destruição dos conceitos bem definidos, fundamentais para o pensamento humano. Guerra passava a significar paz, ditadura passava a significar democracia, e social queria dizer anti-social. Este ultimo termo é o foco desse artigo, pois o conceito da palavra “social” passou a ser tão vago, tão abstrato, tão flexível, que perdeu totalmente seu sentido objetivo. “Social” passou a ser uma palavra mágica, que associada a alguma outra palavra qualquer, cria uma expressão que implica numa finalidade a qual quaisquer meios são justificáveis.

Para o austríaco Hayek, o adjetivo “social” tornou-se provavelmente a expressão mais confusa em todo nosso vocabulário moral e político. A extraordinária variedade dos usos da palavra serve apenas para confundir, não elucidar. O próprio Hayek fez um levantamento e encontrou nada menos que 160 termos associados ao adjetivo “social”. Na maioria dos casos, o termo “social” anexado servia na pratica para negar o sentido da palavra. Como exemplo, podemos pensar em justiça, e questionar o sentido de “justiça social”, que quase sempre representa a destruição da própria justiça. Ou ainda os “movimentos sociais”, que costumam ser apenas movimentos criminosos, formado por invasores revolucionários que pretendem destruir a sociedade livre.

O uso do adjetivo “social” serve para insinuar que os resultados dos processos espontâneos do livre mercado foram, na verdade, fruto de uma criação humana deliberada. Em segundo lugar e como conseqüência disso, serve para instigar os homens a redesenhar aquilo que nunca foi desenhado por eles. Por fim, serve para esvaziar o sentido dos termos associados a este adjetivo vago. O exemplo já citado de “justiça social” é perfeito para ilustrar isso. A demanda que surge com o uso do adjetivo “social” ao lado de justiça é adotar uma “justiça distributiva”, que é irreconciliável com a ordem competitiva de mercado, causa do crescimento da riqueza e da própria população. O que essas pessoas chamam de “social” representa o maior obstáculo à própria manutenção da sociedade. Social aqui passa a significar anti-social.

Se retirarmos o véu que cobre os motivadores reais por baixo do adjetivo “social”, fica evidente que essas pessoas falam em desigualdade material apenas, nada mais. Estão condenando o fato de que alguns indivíduos conseguiram recompensas monetárias acima dos outros. Em suma, estão olhando somente para a conta bancária, como se nada mais existisse na vida. Eles sabem que se usarem o termo verdadeiro, eles perderão a pose de nobreza que vem como resultado do uso do adjetivo “social”. Ora, desiguais os seres humanos já são ao nascer! A genética é diferente, as paixões e interesses, a educação em casa, os anseios e metas, a inteligência e o esforço, a sorte. É simplesmente impossível atribuir peso para cada um desses itens, e é o resultado dessas características na livre interação dos indivíduos que vai determinar as recompensas financeiras.

Isso não quer dizer valor, no sentido de estima, que é subjetivo. Um médico pode ser mais respeitado como indivíduo que um jogador de futebol, ainda que o último tenha uma conta bancária maior. Aqueles que pensam que justiça seria tirar na marra o dinheiro do jogador para dar ao médico estão assinando um atestado de materialistas, que só enxergam dinheiro na frente. Como disse Benjamin Franklin, “aquele que é da opinião que dinheiro fará qualquer coisa pode muito bem ser suspeito de fazer qualquer coisa por dinheiro”. O caráter e a felicidade das pessoas não podem ser medidos pelo bolso. No entanto, parece ser justamente isso que os igualitários defensores da “justiça social” pensam. Eles apontam a desigualdade material e clamam por “justiça social”, ou seja, saldos bancários similares.       

O esforço não é garantia de sucesso no livre mercado competitivo. Aqueles que tentaram e não conseguiram a mesma recompensa que o vizinho podem ser alimentados pela inveja. Ainda que compreensível, tal sentimento é destrutivo, e trabalha contra o interesse da sociedade, dos indivíduos. Somente quando o processo de mercado determina a recompensa financeira há um funcionamento eficiente da economia, permitindo maior criação de riqueza e conforto material para todos. Aqueles que, guiados por instintos primitivos, fingem defender a liberdade enquanto condenam a propriedade privada, os livres contratos, a competição, o lucro e até mesmo o próprio dinheiro, representam uma ameaça para a civilização. Eles acham que são movidos pela razão, e que podem definir de cima para baixo como arranjar os esforços humanos da melhor forma para atender seus desejos, mas estão profundamente enganados.

Na realidade, eles usam e abusam do adjetivo “social”, mas estão apenas deixando uma paixão anti-social falar mais alto: a inveja. Eis o que está por trás da máscara da maioria dos combatentes das “desigualdades sociais”. Afinal, o foco de quem realmente se preocupa com os mais pobres deveria ser a pobreza em si, não as desigualdades, já que riqueza não é um bolo fixo. Um indivíduo fica rico no livre mercado somente criando valor para os demais. Michael Dell não teve que tornar ninguém mais pobre para ficar bilionário. Muito pelo contrário: ele ficou rico criando riqueza para os seus consumidores. A criação de riqueza, portanto, depende das tais “desigualdades sociais”.

Quem pretende acabar com as desigualdades está mirando apenas na relação entre ricos e pobres, ignorando que os pobres melhoram de vida se os indivíduos puderem ficar ricos. Se antes o meu transporte era uma carroça e agora posso andar de carro, não importa se meu vizinho tem uma Ferrari. Minha qualidade de vida melhorou, meu conforto é maior, graças ao capitalismo. Focar apenas nas desigualdades materiais, ainda por cima disfarçando isso com o uso inadequado da palavra mágica “social”, é um atentado contra a civilização, principalmente contra os mais pobres. Vamos atacar a miséria em si, e isso se faz com o capitalismo de livre mercado. Mas deixemos as desigualdades “sociais”, leia-se materiais, em paz. Elas são fundamentais para preservar a ordem espontânea que reduz a miséria.

 

(Vídeo) - A História do Politicamente Correto, fundamental para contribuir para que você seja menos idiota (Legendado)

(Vídeo) - A História do Politicamente Correto, fundamental para contribuir para que você seja menos idiota (Legendado)

Clique no link abaixo para acessar o vídeo:
http://generoediversidadenaescola.blogspot.com.br/2013/12/video-historia-do-politicamente-correto.html

(Vídeo) - Liberdade de Expressão Ameaçada pelos Militantes Esquerdistas Intolerantes - Rowan Atkinson (legendado)

(Vídeo) - Liberdade de Expressão Ameaçada pelos Militantes Esquerdistas Intolerantes - Rowan Atkinson (legendado)

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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

A vocação intrínseca e inerente da Esquerda para a Ditadura

A caminho da ditadura?

Nilo Fujimoto

O presidente venezuelano Nicolás Maduro. (Foto: Escritório de Imprensa da Presidência / AP Photo)
O presidente venezuelano Nicolás Maduro.
(Foto: Escritório de Imprensa da Presidência / AP Photo)

Congresso da Venezuela aprova 1ª votação de superpoderes a Maduro” destaca a AFP. Trata-se da primeira de duas votações para obter a aprovação da chamada “Lei Habilitante”, que autoriza a Maduro a governar por decreto por 1 ano.

Em boa hora, pois o “condottiero” encontra-se em “guerra econômica” contra a “burguesia e o imperialismo”, inimigos figadais do socialismo bolivariano.

A três semanas das eleições municipais e em meio a uma economia abatida por uma inflação anual de 54%, escassez de divisas e problemas de abastecimento de alguns produtos básicos, Maduro quer governar por decreto durante um ano, em temas vinculados à economia e à corrupção.”

A opinião pública venezuelana ou mundial, dominada pela ideia do rechaço às ditaduras, ficará indiferente aos rumos sombrios em que se encaminha a Venezuela? O governo brasileiro silenciará sobre o tema?
__________

Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/11/congresso-da-venezuela-aprova-1-votacao-de-superpoderes-maduro.html


Fonte via: http://ipco.org.br/ipco/noticias/ditadura#.UqIRVP6A3IU

Nelson Mandela e o aborto

Nelson Mandela e o aborto
Que ainda em vida Nelson Mandela tenha se tornado uma referência ética, não me surpreende... Não por quem ele fosse, mas por quem dá tais títulos nos dias atuais. Aos "santos" dos dias atuais — gente como Al Gore, Bill Gates, Steven Jobs e outros mais basta-lhes apenas agradar ao mundo. Mandela, sai deste mundo e mesmo antes de sair já constava nos livros de história como um santo destes "santos".
Sinto discordar da onda de unanimidade que provavelmente varrerá nossa imprensa e principalmente a mídia social, alvo fácil de todo pensamento politicamente correto produzido atualmente.
Mandela e seu partido, o Congresso Nacional Africano (CNA), por décadas têm uma relação muito próxima ao Partido Comunista da África do Sul, que, como é corriqueiro entre os esquerdistas, encara o aborto como direito da mulher, sem, claro, fazer qualquer referência à humanidade do bebê em gestação. Eis um trecho do posicionamento deste partido em relação ao assunto:
"O Partido Comunista da África do Sul acredita que toda mulher tem direito ao controle sobre seu próprio corpo e também direito a tomar decisões independentes sobre sua vida reprodutiva. Somado a isto, toda mulher deveria ter o direito a escolher se ou não deseja terminar uma gravidez."
Já Mandela, que sempre direcionou politicamente o CNA, deu a seguinte declaração sobre o aborto:
"As mulheres têm o direito de decidir o que querem fazer com seus corpos."
Tanto a declaração do Partido Comunista Sul-Africano como as palavras de Nelson Mandela reverberam o discurso do abortismo internacional, que se lixa para os "corpos" dos bebês em gestação, seres humanos como qualquer um de nós.
Mas Mandela não ficou apenas nas palavras... Após ganhar a histórica eleição na qual foi eleito presidente em 1994, Mandela e seu então ministro da Saúde, Nkosazana Dlamini-Zuma, apresentaram ao parlamento de seu país um projeto de legislação, posteriormente aprovado, que tornou a legislação sul-africana relacionada ao aborto uma das mais liberais do mundo. Adicionado a isto, Mandela, seu partido e coligados tiveram um preponderante papel na confecção da nova constituição sul-africana, por ele assinada em 1996, que deu relevante papel aos "direitos reprodutivos", um conhecido eufemismo para abortos, esterilizações, etc.
Para se ter uma ideia da liberalidade da legislação introduzida por Mandela, até 12 semanas de gestação nem mesmo é necessário um médico para fazer o procedimento, sequer uma enfermeira, bastando para tanto uma simples parteira. Mais um detalhe: o acesso ao aborto é garantido para mulheres de qualquer idade, mesmo menores. Resultado disto? O número de abortos na África do Sul teve um aumento gigantesco enquanto que, bem ao contrário do que previam os abortistas, também o número de mortes maternas teve aumento.
Esta é a obra de Nelson Mandela em relação aos seres humanos mais fragilizados que estão entre nós, os não-nascidos. Suas ações tiveram, têm e terão um efeito desastroso para seu país e para a humanidade em geral. Se muitas mulheres se veem pressionadas e em momento de desespero e falta de perspectiva recorrem ao aborto, é exatamente esta mulher que deveria ser amparada pela sociedade. E são políticos como Nelson Mandela, que têm os instrumentos para minimizar este drama e escolhem não agir assim, preferindo muito mais o caminho fácil dos tais "direitos reprodutivos" enquanto lavam as mãos pelo sangue derramado dos inocentes, qual um Pilatos do mundo pós-moderno.
Divulgação: www.juliosevero.com
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